Ensinando e aprendendo sempre!

As novas tecnologias já estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas. Na escola não poderia ser diferente. Quando nós, professores, nos deparamos com a necessidade de mudar metodologias para haver uma adaptação ao novo modo de vida da sociedade, assusta e pode gerar resistência. Temos que nos acostumar com o uso de computadores e suas diversas possibilidades, suas incontáveis maneiras de promoção do conhecimento.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

ALUNOS DO COLÉGIO WILSON PEREIRA VENCEM A ETAPA FINAL DO AVE EM SALVADOR

O projeto AVE ( Artes Visuais Estudantis) iniciado há três anos pela Secretaria da Educação do governo do Estado da Bahia vem desenvolvendo atividades de pintura em óleo, guache, grafite, esculturas e outros trabalhos manuais elaborados pelos alunos da rede estadual da 5ª ao 3º ano do ensino médio, com intuito de desenvolver as habilidades já existentes dos alunos bem como afastá-los do mundo das drogas.
Esse projeto ocorre em três fases. A primeira nas escolas onde os alunos criam suas obras e os próprios colegas votam e escolhem a que mais lhes agrada. Essa obra é encaminhada à DIREC, a qual organiza a segunda fase, uma exposição para que sejam escolhidas as três mais votadas. Em seguida a DIREC envia as obras para Salvador onde ocorre a terceira fase na qual são escolhidas por profissionais na área de pintura e escultura as cinco melhores de um total de 99 ( noventa e nove ) obras enviadas pelas 33 DIREC.
No dia 15 deste mês o Coordenador do projeto o professor José Joel Barros Lima acompanhou os alunos Emanuel Maciel dos Santos e José Adilson F. de Aguiar Júnior, ambos alunos do 3º ano do Colégio Estadual Wilson Pereira e vencedores da etapa regional aqui em Paulo Afonso até à cidade de Salvador para participarem da final do AVE onde concorreram e venceram os demais alunos com a sua obra “ESPERANÇA NORDESTINA” que segundo os mesmos retrata a força, a perseverança e a esperança com que o povo nordestino enfrenta as mazelas que o Sertão nos impõe.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O que muda com as novas regras ortográficas ?

Alfabeto
Nova Regra
O alfabeto será formado por 26 letras
Como é
As letras “k”, “w” e “y” não são consideradas integrantes do alfabeto
Como será
Essas letras serão usadas em unidades de medida, nomes próprios, palavras estrangeiras e outras palavras em geral. Exemplos: km, kg, watt, playground, William, Kafka, kafkiano.
Trema
Nova regra
Não existirá mais o trema na língua portuguesa. Será mantido apenas em casos de nomes estrangeiros. Exemplo: Müller, mülleriano.
Como é
Agüentar, conseqüência, cinqüenta, freqüência, tranqüilo, lingüiça, bilíngüe.
Como será
Aguentar, consequência, cinquenta, frequência, tranquilo, linguiça, bilíngue.
Acentuação – ditongos “ei” e “oi”
Nova regra
Os ditongos abertos “ei” e “oi” não serão mais acentuados em palavras paroxítonas
Como é
Assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, Coréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
Como será
Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, Coreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
Obs: Nos ditongos abertos de palavras oxítonas terminadas em éi, éu e ói e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis, troféu, céu, chapéu.
Acentuação – “i” e “u” formando hiato
Nova regra
Não se acentuarão mais “i” e “u” tônicos formando hiato quando vierem depois de ditongo
Como é
baiúca, boiúna, feiúra, feiúme, bocaiúva
Como será
baiuca, boiuna, feiura, feiume, bocaiuva
Obs 1: Se a palavra for oxítona e o “i” ou “u” estiverem em posição final o acento permanece: tuiuiú, Piauí.
Obs 2: Nos demais “i” e “u” tônicos, formando hiato, o acento continua. Exemplo: saúde, saída, gaúcho.
Hiato
Nova regra
Os hiatos “oo” e “ee” não serão mais acentuados
Como é
enjôo, vôo, perdôo, abençôo, povôo, crêem, dêem, lêem, vêem, relêem
Como será
enjoo, voo, perdoo, abençoo, povoo, creem, deem, leem, veem, releem
Palavras homônimas
Nova regra
Não existirá mais o acento diferencial em palavras homônimas (grafia igual, som e sentido diferentes)
Como é
Pára/para, péla/pela, pêlo/pelo, pêra/pera, pólo/polo
Como será
para, pela, pelo, pera, polo
Obs 1: O acento diferencial ainda permanece no verbo poder (pôde, quando usado no passado) e no verbo pôr (para diferenciar da preposição por).
Obs 2: É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
Hífen – “r” e “s”
Nova regra
O hífen não será mais utilizado em prefixos terminados em vogal seguida de palavras iniciadas com “r” ou “s”. Nesse caso, essas letras deverão ser duplicadas.
Como é
ante-sala, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-rival, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, supra-renal.
Como será
antessala, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirrival, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, infrassom, ultrassonografia, semirreal, suprarrenal.
Hífen – mesma vogal
Nova Regra
O hífen será utilizado quando o prefixo terminar com uma vogal e a segunda palavra começar com a mesma vogal.
Como é
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus.
Como será
anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus.
Hífen – vogais diferentes
Nova regra
O hífen não será utilizado quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a segunda palavra.
Como é
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, co-autor, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático
Como será
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiárido, semiautomático.
Obs: A regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por h: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo.

Parcial do Censo 2010

Parcial do Censo brasileiro indica população de 185,7 milhões
Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Brasil


Localização do Brasil

Agência Brasil
4 de novembro de 2010
Os brasileiros somam 185.712.713, de acordo com dados coletados pelo Censo 2010 e divulgados hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa começou em 1º de agosto e foi encerrada oficialmente no último dia 31, visitando um total de 67.275.459 domicílios em 5.565 municípios.
O tamanho da população ficou abaixo do esperado, que era de 192 milhões de brasileiros, tendo como dia de referência 1º de agosto de 2010, mas representa crescimento de 9,4% em relação ao ano de 2000, quando o país contabilizava 169.799.170 indivíduos.
De acordo com o IBGE, todos os municípios poderão checar o tamanho de suas populações na edição de hoje do Diário Oficial da União. O objetivo é que as prefeituras conheçam os dados e possam contestá-los, se for o caso, nos próximos 20 dias (entre 5 e 24 de novembro).
Os cálculos do IBGE são utilizados na definição do dinheiro a ser repassado pela União a cada município, que varia de acordo com o número de habitantes de cada localidade. A previsão é que no dia 29 de novembro o país tenha o dado consolidado sobre a população.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Currículo

Currículo e o processo e integração das TIC
O planejamento é essencial na vida de qualquer profissional, mas no campo educacional é indispensável.
Segundo Almeida, o ser humano desenvolve projetos para transformar uma situação problemática em uma situação desejada a partir de um conjunto de ações que ele antevê como necessárias. Os aspectos fundamentais a enfatizar no processo de integração de tecnologias ao currículo no trabalho com projetos é a produção colaborativa de conhecimentos, o uso da tecnologia na aprendizagem e no desenvolvimento do currículo.
Currículo são os meios ou estratégias usadas para se atingir uma determinada meta ou ideal. E segundo Almeida e Prado, a interação entre currículo e tecnologias potencializa mudanças na aprendizagem, no ensino e na gestão da sala de aula. Porém, essas mudanças se concretizam quando compreendemos a concepção de currículo que almejamos desenvolver, identificamos as características intrínsecas nas tecnologias que devem ser exploradas em atividades pedagógicas com intenções e objetivos claramente especificados, bem como entendemos que “a questão determinante não é a TECNOLOGIA, mas a forma de encarar essa mesma tecnologia” (COSTA, 2005).
Como podemos notar, o currículo tem que estar de acordo com a meta ou com o objetivo que o professor ou que a escola deseja alcançar. Não basta apenas possuir vários tipos de tecnologias na escola ou sala de aula, se o professor não traçou metas a alcançar com as mesmas. Para tanto, faz-se necessário a criação em grupo de uma forma ou meio educacional que seja flexível e principalmente aberto ao desenvolvimento de propostas curriculares, metodologias de trabalho e estratégias de atuação do professor, levando em conta as contribuições das TIC para o alcance dos objetivos almejados. Sabendo-se que com o uso de tecnologias na prática pedagógica proporciona a integração de diferentes mídias ao currículo com foco na aprendizagem do aluno, em sua realidade de vida.

Planejar é preciso

Atividade 3.2
Subtema: Explorando o que há na escola

1. Exibição de um vídeo em movie maker, na TV pendrive, produzido pelo SESC, sobre a Semana de Arte Moderna;
2. Discussão sobre as características do movimento modernista, reconhecendo a busca da identidade brasileira pretendida pelos artistas;
3. Leitura do poema Os Sapos, de Manuel Bandeira, em seguida, questionamentos orais e escritos sobre o texto, com o objetivo de compreender as idéias contrárias aos parnasianos expressas no poema de forma metafórica.

Recursos Educacionais

“Achei no Portal do Professor”

O portal do professor traz muitas possibilidades de aproveitamento dos recursos que as novas tecnologias podem nos proporcionar. Exemplo disso é o vídeo sobre o Rio São Francisco. Numa linguagem simples e imagens bem feitas, o curto documentário mostra o curso deste rio tão importante para os moradores da região que ele percorre. É um ótimo material para trabalhar em Geografia e Redação, entre outras disciplinas. Acesse: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20355

terça-feira, 30 de novembro de 2010

ESTRANGEIRISMOS

Colégio Estadual Wilson Pereira
Equipe: José Joel Barros Lima e Sydneide da Silva Novaes Lima.
Turma: 1 ano do Ensino Médio.
Disciplinas: Português ou inglês.

ATIVIDADE 4.4

PLANO DE AULA

Assunto: Estrangeirismo.

1.Exibir o vídeo da música “Samba do Approach” de Zeca Pagodinho e Zeca Baleiro http://www.youtube.com/watch?v=wTASF5aMIPI .

2.Pedir para os alunos identificarem as palavras e expressões em inglês presentes na letra da música.

3.Extrair do texto as palavras e expressões mais usadas pelos alunos no seu cotidiano.

4.Traduzir as palavras.

5.Explicar o que é ESTRANGEIRISMO e citar outros exemplos.

6.Avaliação: Em grupos, os alunos devem pesquisar na cidade propagandas, produtos de supermercados, nomes de lojas, bares etc.
Fotografar os estrangeirismos, produzindo um mural com as fotos e suas traduções.

Samba do Approach - zeca pagodinho e zeca Baleiro

Zeca Baleiro & Zeca Pagodinho - Samba Do Approach

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Projeto de Leitura

COLÉGIO ESTADUAL WILSON PEREIRA

PROJETO: LINGUAGEM E EXPRESSÃO

JUSTIFICATIVA

Muitos professores se questionam se existe alguma maneira de organizar o que ensinam a fim de que os alunos tenham vontade de aprender, para que participem ativamente das atividades, de modo que o trabalho seja feito em comum e possam, em conjunto, apontar para a mesma mete. Assim todos chegam a uma mesma conclusão: trabalhar com projetos é uma estratégia adequada para a realização dos objetivos traçados com o intuito de sanar uma determinada dificuldade ou mesmo ampliar conhecimentos.
Na introdução aos Parâmetros curriculares Nacionais dos terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental ( BRASIL,1998, p.88) destaca-se que:
A contínua realização do projeto educativo possibilita o conhecimen -
to das ações desenvolvidas pelos diferentes professores, sendo ba -
se de diálogo e reflexão para toda a equipe escolar. Para os profes -
sores, a leitura e execução de projetos dá coerência às atividades
desenvolvidas, e, principalmente, contribui de forma efetiva com sua
formação profissional, pois favorece a reflexão e atuação a realidade
com a qual trabalha.

Na Escola Estadual Wilson Pereira foi detectada a crescente maioria de alunos de 5ª a 8ª série que ainda são analfabetos funcionais, isto é, sabem ler e escrever, mas não compreendem ou não sabem interpretar o que lêem; sendo assim, há uma necessidade de atividades que estimulem os alunos a leitura de diversos tipos de textos escritos e/ou visuais. Por isso surgiu o projeto de leitura Linguagem e Expressão, que visa despertar o interesse pela leitura e o desenvolvimento da habilidade de interpretação e criação de diversos tipos de textos.
O professor tem papel importantíssimo nesta tentativa de incentivo à leitura; por meio de sua experiência como leitor, momentos de “contação” de histórias em sala de aula, o manuseio de livros infanto-juvenis e textos informativos de revista e jornais etc. Se o aluno não tem este universo da leitura em casa, que pelo menos na escola possa ocorrer esta aproximação entre o provável leitor e os textos a sua volta. Segundo Montenegro (2006, p.8):
Se contribuirmos, decisivamente, para ensinarmos as crianças e os
jovens de hoje a ler, não estaremos apenas instrumentalizando o
o sujeito para o exercício do código lingüístico, mas estaremos for-
mando adultos reflexivos capazes de tomar atitudes conscientes
frente à realidade, uma vez que contar histórias para crianças ( e
jovens) vai muito além de diverti-las porque toca em questões es-
senciais da sua existência.

É diante dessa possibilidade de ampliação da habilidade de leitura e interpretação que o projeto Linguagem e Expressão promoverá propostas de atividades explorando a compreensão e produção textual, bem como expressões artísticas e corporais.








OBJETIVOS


OBJETIVO GERAL:

Despertar o interesse pela leitura e o desenvolvimento da habilidade de interpretação e produção de diversos tipos de texto.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

· Conhecer diversos gêneros textuais através de livros e sites da internet, diferenciando-os adequadamente;
· Ler e interpretar textos diversos;
· Redigir textos narrativos, descritivos, poéticos e informativos;
· Fomentar a necessidade da leitura crítica para o fortalecimento da cidadania;
· Desenvolver o senso crítico do educando e da sua capacidade de operacionalização do conhecimento, transformando a si, ao outro e ao meio em que vive.



PÚBLICO ALVO: Alunos do ensino fundamental

RECURSOS:
· Livros;
· Revistas;
· TV pendrive;
· Laboratório de informática
· Projetor de multimídia
AVALIAÇÃO

A avaliação será feita de forma processual e contínua, já que serão observadas as etapas trabalhadas durante o projeto, isto é, haverá a observação da evolução de cada aluno em relação a leitura, interpretação e produção de textos.


REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa, terceiro e quarto ciclos. Brasília,1998.
MONTENEGRO, Maria do Socorro Moura. O que é ler e por que ler. Jornal Mundo Jovem. Porto Alegre,2006.
PRESTES, Maria Luci de Mesquita. A Pesquisa e a Construção do Conhecimento Científico: Rêsteel . São Paulo, 2002.
O que é hipertexto?


O termo hipertexto é utilizado para nomear uma página da internet que contenha links que ampliam as informações com outros texto sem sair efetivamente do primeiro.
Etimologicamente, o prefixo hiper - (do grego "υπερ-", sobre, além) remete à superação das limitações da linearidade, ou seja, não sequencial do antigo texto escrito, possibilitando a representação do nosso pensamento, bem como um processo de produção e colaboração entre as pessoas,ou seja, uma (re)construção coletiva. O termo hipertexto, cunhado em 1965, costumeiramente é usado onde o termo hipermídia seria mais apropriado. O filósofo e sociólogo estadunidense Ted Nelson, pioneiro da tecnologia da informação e criador de ambos os termos escreveu:

Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.

— Nelson, Literary Machines 1992
A idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.

Principais características do Hipertexto
Intertextualidade;
Velocidade;
Precisão;
Dinamismo;
Interatividade;
Acessibilidade;
Estrutura em rede;
Transitoriedade;
Organização multilinear.[3]
Hipertexto e Educação

Um tópico relevante é a utilização da ferramenta de hipertexto na Educação. O trabalho com hipertexto pode impulsionar o aluno à pesquisa e à produção textual. O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam activamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais duradoura e transferível do que aquela directa e explícita.
Na sala de aula, onde se trabalha com hipertexto, os alunos, num sistema de colaboração, acabam aprendendo mais e através de diversas fontes. O próprio conceito de hipertexto, pode nos levar a essa intenção. Uma atividade colaborativa traz benefícios extraordinários no que diz respeito a construção individual e coletiva do conhecimento. Os professores também podem trabalhar com hipertexto para funções pedagógicas. Utilizar textos de várias turmas e redistribuí-los é um bom exemplo. O hipertexto também traz como vantagem para a educação a construção do conhecimento compartilhado, um importante recurso para organizar material de diferentes disciplinas.Trabalhar com hipertexto leva o aluno a produção de textos e traz como vantagens a construção do conhecimento de forma dinâmica e inserindo o aluno e o processo educativo no mundo digital. Em sua produção o aluno se refere a conhecimentos antes apreendidos, mantendo uma relação sempre linear com o texto.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vivemos em uma sociedade da aprendizagem, na qual aprender constitui uma exigência social
crescente que conduz a um paradoxo: cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais
na tentativa de aprender.
Juan Ignacio Pozo

CRONOGRAMA DO CURSO

UNIDADE 1: Tecnologia na sociedade, na vida e na escola
UNIDADE 2: Internet, hipertexto e hipermídia
UNIDADE 3: Prática pedagógica e mídias digitais
UNIDADE 4: Currículos, projetos e tecnologias